CNB define método de funcionamento e nova coordenação
Durante o 2° Seminário Nacional Construindo um Novo Brasil, foram aprovadas novas forma de funcionamento e coordenação da CNB. A partir de agora, o Conselho Político contará com 54 membros e terá a seguinte constituição:
- 27 representantes estaduais, sendo estes o presidente estadual, quando da CNB e, nos demais Estados, 1 representante escolhido no Estado (AM, ES, MA,MS, RS, SC,SP);
- 2 deputados(as) federais indicados pela bancada da CNB;
- 1 senador(a) indicado pela bancada CNB;
- 1 governador(a);
- 1 prefeito(a) de capital;
- 1 ministro(a);
- 6 representantes das Secretarias Setoriais Nacionais (quando o secretário não for da CNB, o Coletivo deve indicar um(a) membro);
- 8 membros da CEN;
- Francisco Rocha, Wilmar Lacerda, Francisco Campos, José Guimarães, Florisvaldo Souza e Selma Rocha;
- o presidente do PT, Ricardo Berzoini.
O Conselho Político se reunirá bimestralmente.
Já a Coordenação Nacional, composta de 17 membros, se reunirá mensalmente. Compõem a Coordenação CNB:
- 8 membros da CEN (Paulo Ferreira, Gleber Naime, Marinete Merss, Fátima Cleide, Maria do Carmo Lara, Paulo Frateschi, Humberto Costa e Marco Aurélio Garcia);
- Ricardo Berzoini;
- Luiz Dulci;
- Francisco Rocha da Silva (Rochinha);
- Wilmar Lacerda;
- Francisco Campos;
- José Guimarães;
- Florisvaldo Souza;
- João Batista;
- Selma Rocha.
Também ficou decidida a realização de um Seminário Nacional anual com a ampla participação de representantes da CNB de todos os Estado.
Seminário CNB discute política interna
A partir da análise da realidade do momento, refletindo sobre os erros e acertos do passado, encontro busca elaborar projeto para o próximo período para oferecer ao PT e ao país.
O ministro Luiz Dulci, chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, afirmou neste sábado (29) que boa parte das conquistas do PT e da força que o partido acumulou na sociedade se devem ao trabalho de formulação político do grupo que hoje se reúne em torno do CNB.
Dulci foi o expositor principal da mesa “Os desafios do CNB”, durante o 2° Seminário Nacional Construindo Um Novo Brasil, que acontece em Atibaia, interior de São Paulo, e que vai até amanhã (30).
“Esse campo político foi o que mais deu contribuição para que o PT se tornasse esse instrumento tão importante para as classes populares brasileiras”, afirmou Dulci, ao fazer um balanço da superação da crise de 2005. Para ele, “o PT não foi destruído após 2005 devido à força da militância e porque parcela importante das classes populares considera o PT uma espécie de patrimônio seu". "Criamos raízes muito profundas na sociedade brasileira”, analisou.
O ministro destacou que, mesmo com todos os ataques, nenhum partido de esquerda ou de direita se credenciou para ser alternativa nacional ao projeto e ao governo petistas. “Isso porque o saldo histórico da nossa atuação é bastante positivo, o que dá sentido e responsabilidade muito grande para nós, do CNB”, ressaltou.
Dulci lembrou da origem do grupo, em 1983, com a criação da Articulação dos 113, que surgiu com a proposta “transformadora” de não desvalorizar a teoria, mas bsucando sempre superar as falsas dicotomias.
“Nosso campo contribuiu para dar respostas novas a problemas novos. Se não tivéssemos constituído esse campo e feito essa disputa, possivelmente o PT não teria a força que tem hoje”, disse.
Entre as propostas lançadas pelo grupo, Dulci enumerou o programa
democrático-popular, aprovado no 5° Encontro, que trazia uma nova leitura da sociedade brasileira e ampliava as possibilidades de aliança social, inclusive com o setor produtivo industrial.
Citou também as formulações do socialismo democrático, da nova política de alianças e da necessidade da criação de um mercado interno de massas.
“Nossa grandeza está na capacidade de analisar a realidade e pensar nas necessidades políticas. O sentido sempre foi o de oferecer ao PT e ao país um projeto político de mudanças. Se o país entrou em um ciclo de desenvolvimento, é muito graças às nossas formulações. Isso é patrimônio nosso!”, concluiu.
Para Dulci, os desafios do CNB devem ser pensados a partir desse patamar. Entre eles, estariam: fazer com que a esquerda se afirme no governo, dando direção mais estratégica a esse ciclo de desenvolvimento; capitalizar os êxitos econômicos e sociais do governo, para os quais o PT contribuiu decisivamente; oferecer ao PT a atualização de seu desenho organizativo; manter a articulação
cotidiana e política do movimento social, sem pretender dirigi-lo; e discutir mais as contradições internas do CNB.
Prioridade ao programa
O ex-ministro Humberto Costa e o secretário nacional de Finanças do PT, Paulo Ferreira, comentaram a exposição de Dulci e também enumeram alguns desafios do CNB.
Para Ferreira, o programa político deve sempre presidir as ações do grupo, de maneira que a discussão dos valores e da utopia continuem acontecendo para além do pragmatismo.
Ele defende que o CNB permaneça alimentando a cultura partidária que sempre teve, com uma visão universal do partido e com generosidade para ceder a outros grupos quando a conjuntura exigir.
De acordo com o dirigente, é “inadiável” mudar o padrão de disputa interna e de filiações do partido. “E nós temos de ser portadores da proposta de reforma”, disse.
Por fim, Ferreira avaliou que todas as mudanças devem ser devidamente institucionalizadas e tornadas claras para os petistas e a sociedade.
Renovação
Na sequência, Humberto Costa lembrou da importância do CNB para a definição do caráter político e ideológico do PT e para a criação de uma nova cultura política, mais aberta e democrática.
Entre os desafios, Costa destacou a renovação para que o partido volte a ocupar os espaços que ocupava antes da crise de 2005. “Temos de voltar a produzir idéias”, afirmou.
Ele destacou a necessidade de resgatar alianças políticas importantes com setores da sociedade, entre eles os intelectuais.
Para o ex-ministro, é fundamental ainda o CNB ser pensado e gerido a partir de uma estrutura nacional, com organicidade capaz de refletir a diversidade do grupo. “Isso passaria, por exemplo, pela criação de uma coordenação e de um conselho político”, propôs.
Na opinião de Costa, o grupo precisa também apostar em novas lideranças políticas e ser o carro-chefe da construção de uma alternativa petista à sucessão de 2010.
Seminário CNB discute política interna
A partir da análise da realidade do momento, refletindo sobre os erros e acertos do passado, encontro busca elaborar projeto para o próximo período para oferecer ao PT e ao país.
O ministro Luiz Dulci, chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, afirmou neste sábado (29) que boa parte das conquistas do PT e da força que o partido acumulou na sociedade se devem ao trabalho de formulação político do grupo que hoje se reúne em torno do CNB.
Dulci foi o expositor principal da mesa “Os desafios do CNB”, durante o 2° Seminário Nacional Construindo Um Novo Brasil, que acontece em Atibaia, interior de São Paulo, e que vai até amanhã (30).
“Esse campo político foi o que mais deu contribuição para que o PT se tornasse esse instrumento tão importante para as classes populares brasileiras”, afirmou Dulci, ao fazer um balanço da superação da crise de 2005. Para ele, “o PT não foi destruído após 2005 devido à força da militância e porque parcela importante das classes populares considera o PT uma espécie de patrimônio seu". "Criamos raízes muito profundas na sociedade brasileira”, analisou.
O ministro destacou que, mesmo com todos os ataques, nenhum partido de esquerda ou de direita se credenciou para ser alternativa nacional ao projeto e ao governo petistas. “Isso porque o saldo histórico da nossa atuação é bastante positivo, o que dá sentido e responsabilidade muito grande para nós, do CNB”, ressaltou.
Dulci lembrou da origem do grupo, em 1983, com a criação da Articulação dos 113, que surgiu com a proposta “transformadora” de não desvalorizar a teoria, mas bsucando sempre superar as falsas dicotomias.
“Nosso campo contribuiu para dar respostas novas a problemas novos. Se não tivéssemos constituído esse campo e feito essa disputa, possivelmente o PT não teria a força que tem hoje”, disse.
Entre as propostas lançadas pelo grupo, Dulci enumerou o programa
democrático-popular, aprovado no 5° Encontro, que trazia uma nova leitura da sociedade brasileira e ampliava as possibilidades de aliança social, inclusive com o setor produtivo industrial.
Citou também as formulações do socialismo democrático, da nova política de alianças e da necessidade da criação de um mercado interno de massas.
“Nossa grandeza está na capacidade de analisar a realidade e pensar nas necessidades políticas. O sentido sempre foi o de oferecer ao PT e ao país um projeto político de mudanças. Se o país entrou em um ciclo de desenvolvimento, é muito graças às nossas formulações. Isso é patrimônio nosso!”, concluiu.
Para Dulci, os desafios do CNB devem ser pensados a partir desse patamar. Entre eles, estariam: fazer com que a esquerda se afirme no governo, dando direção mais estratégica a esse ciclo de desenvolvimento; capitalizar os êxitos econômicos e sociais do governo, para os quais o PT contribuiu decisivamente; oferecer ao PT a atualização de seu desenho organizativo; manter a articulação
cotidiana e política do movimento social, sem pretender dirigi-lo; e discutir mais as contradições internas do CNB.
Prioridade ao programa
O ex-ministro Humberto Costa e o secretário nacional de Finanças do PT, Paulo Ferreira, comentaram a exposição de Dulci e também enumeram alguns desafios do CNB.
Para Ferreira, o programa político deve sempre presidir as ações do grupo, de maneira que a discussão dos valores e da utopia continuem acontecendo para além do pragmatismo.
Ele defende que o CNB permaneça alimentando a cultura partidária que sempre teve, com uma visão universal do partido e com generosidade para ceder a outros grupos quando a conjuntura exigir.
De acordo com o dirigente, é “inadiável” mudar o padrão de disputa interna e de filiações do partido. “E nós temos de ser portadores da proposta de reforma”, disse.
Por fim, Ferreira avaliou que todas as mudanças devem ser devidamente institucionalizadas e tornadas claras para os petistas e a sociedade.
Renovação
Na sequência, Humberto Costa lembrou da importância do CNB para a definição do caráter político e ideológico do PT e para a criação de uma nova cultura política, mais aberta e democrática.
Entre os desafios, Costa destacou a renovação para que o partido volte a ocupar os espaços que ocupava antes da crise de 2005. “Temos de voltar a produzir idéias”, afirmou.
Ele destacou a necessidade de resgatar alianças políticas importantes com setores da sociedade, entre eles os intelectuais.
Para o ex-ministro, é fundamental ainda o CNB ser pensado e gerido a partir de uma estrutura nacional, com organicidade capaz de refletir a diversidade do grupo. “Isso passaria, por exemplo, pela criação de uma coordenação e de um conselho político”, propôs.
Na opinião de Costa, o grupo precisa também apostar em novas lideranças políticas e ser o carro-chefe da construção de uma alternativa petista à sucessão de 2010.
Afirmar tradição transformadora do PT para garantir avanços
O PT precisa potencializar as conquistas do governo Lula e do projeto transformador do país, apoiado pela grande maioria do povo brasileiro, para ampliar sua penetração na sociedade e sua participação nos governos e nos parlamentos.
A análise foi feita pelo presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, na abertura do 2º Seminário Nacional Construindo Um Novo Brasil, que começou nesta sexta-feira (28) em Atibaia (SP) e vai até domingo. Encontro reúne 300 pessoas dos 27 Estados brasileiros.
“Existe uma aprovação extraordinária ao nosso projeto”, afirmou Berzoini, referindo-se à pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta semana e que mostrou altos índices de aprovação ao presidente Lula e ao governo.“O povo brasileiro não só apóia o governo, como está otimista em relação ao futuro. Este é um quadro muito favorável para as eleições municipais e também para a reconstrução de nossa relação com setores da sociedade que se afastaram de nós nos últimos anos”, prosseguiu.
Para Berzoini, é preciso levar às eleições municipais deste ano a disputa ideológica e programática que se trava hoje em nível nacional. “Cada plataforma de candidato a prefeito, cada plataforma de candidato a vereador deve ter por base esse projeto de transformação do Brasil”.
Por esse mesmo motivo, ele voltou a questionar as negociações em curso na disputa pela prefeitura de Belo Horizonte (MG). “PT e PSDB não têm proximidade programática. Ao contrário: têm políticas
radicalmente diferentes. E é bom para o Brasil que existam dois projetos antagônicos que se enfrentem. Que o povo escolha o melhor”.
Berzoini lembrou que o governo vai bem em muitas áreas, o que leva a oposição ao exercício cotidiano de fabricação de crises e factóides. “Já começou a temporada de ataques e de pancadaria. Vamos entrar num período de muita tensão, porque oposição não tem discurso”, previu.
Uma das maneiras de fazer frente a essa ofensiva, na opinião do dirigente, é elaborar uma estratégia política de comunicação. “Por todos sabemos que quem dirige a oposição são dos meios de comunicação”, afirmou.
Ele lembrou aos presentes que o CNB “tem importância política fundamental para o Brasil”, já que possui maioria política nos Estados e na direção do partido. “Superamos a crise de 2005 com muita dignidade e muita politização”, lembrou.
Concepção e desafios
A fala de Berzoini foi comentada por Gleber Naime, secretário Nacional de Comunicação do PT, e por Marina Sant’anna, vereadora de Goiânia (GO).
Gleber discorreu sobre as origens do PT, sua capacidade de capitalizar as lutas sociais da época, de promover a ascensão de novas lideranças – entre elas o líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva –, de influenciar na sociedade e de fazer oposição às elites políticas e econômicas de então.
“Esse chamamento criou a militância petista”, afirmou, lembrando do ineditismo que foi o surgimento dessa nova maneira de se organizar politicamente. Entre as idéias-chaves que deram sentido a essa organização, na opinião do secretário estão as de que os trabalhadores devem fazer política e devem se emancipar pelas próprias mãos, tendo a democracia como valor universal e, como instrumento, um partido que esteja ao lado do povo, não à frente dele.
Para Gleber, ser de esquerda significa lutar “sem trégua” contra as desigualdades sociais, trabalhando para a construção de uma identidade coletiva, dando sentido transformador à ação política e buscando uma “nova humanidade”, mais justa, tolerante e com respeito às diferenças.
Também fazem parte deste quadro, segundo o secretário, a defesa de uma ética política republicana, baseada nos princípios do iluminismo e voltada aos interesses de classe dos trabalhadores.
Gleber também apontou aqueles que seriam, na sua opinião, os principais desafios do PT hoje. Entre eles está o desenvolvimento constante do programa partidário como referência para a ação
política; a manutenção do PT como opção de militância para a juventude e ativistas sociais; a formação e renovação dos quadros dirigentes; a revitalização dos processos de organização e comunicação; e a ampliação de sua influência e de sua base social a partir da ação governamental.
Luta ideológica
Na seqüência, Marina Sant’anna afirmou que é preciso, para os petistas, compreender a dimensão da luta ideológica travada hoje no Brasil.
”Há um desejo (da direita) de subverter o nosso crescimento e precisamos ter atenção absoluta. Nossa luta ganhou adesão de boa parte da sociedade e, no governo federal, temos demonstrado capacidade para gerir as contradições. Isso tem de ser refletido nos municípios e nos Estados”, afirmou.
Ela também citou como desafios a melhor articulação das forças do movimento social em torno do projeto petista, principalmente nas cidades. “É tarefa do PT fortalecer nosso projeto de mudanças, com movimentos mais agressivos”, conclui.
2° Seminário CNB reúne representantes de todos os Estados brasileiros
O 2° Seminário Nacional Construindo um Novo Brasil, que ocorre nos dias 28, 29 e 30 de março, em São Paulo, contará com a representatividade dos 27 Estados do Brasil. São cerca de 300 participantes, entre lideranças petistas, ministros, senadores, deputados, vereadores, prefeitos e pré-candidatos, representantes de movimentos sociais e militantes CNB que, durante todo este final de semana, estarão debatendo o papel da CNB no Partido dos Trabalhadores e as mudanças e ações necessárias ao avanço das transformações sociais que se quer implantar, um projeto de desenvolvimento nacional e os principais desafios para o próximo período. Entre os palestrantes e debatedores estão os ministros de Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci; o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia; o presidente do PT, Ricardo Berzoini; os secretários de Finanças do PT, Paulo Ferreira, e de Comunicação, Gleber Naime; a diretora da Fundação Perseu Abramo, Selma Rocha; o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e a economista Tânia Bacelar.
Por orientação da coordenação CNB, foi dada prioridade a vinda de representantes estaduais que participam do encontro pela primeira vez. De acordo com o coordenador, Francisco Rocha da Silva (Rochinha), as “caras novas” permitem a renovação das discussões e lançam novas luzes ao planejamento. Os participantes ficarão responsáveis pela reprodução dos debates por meio de reuniões e seminários regionais nos Estados para ajudar a organizar a atuação partidária.
Novas informações aos participantes
Veja o contato dos responsáveis pelo transporte e a localização do hotel
Haverá um responsável pelo transporte em cada um dos dois pontos de embarque em São Paulo (Aeroporto de Guarulhos e Quadra dos Bancários), de onde sairão os ônibus para o hotel onde ocorreráo 2° Seminário Nacional CNB. Anote os telefones:
Em Guarulhos:
Raquel - Fone: (11) 9116.8152
João Bravin - Fone: (11) 8211.1406
Na Quadra dos Bancários:
Luiz - Fone: (11) 7807.3797 e 7283.0193
Renata - Fone: (11) 7839.3949
Localização
O 2° Seminário Nacional Construindo um Novo Brasil será no Hotel Estância Atibainha, Rodovia Dom Pedro I, Km 55, Nazaré Paulista/SP. Fone: (11) 4597.3400. Distância: 65 quilômetros da capital paulista.
Busque aqui o mapa ampliado de localização do hotel.
Fique atento aos horários do transporte
Devido ao grande número de participantes, os quais não informaram horário e local de chegada em São Paulo, a coordenação CNB, atenta ao transporte de todos até o local do evento, informa que na sexta-feira, dia 28, disponibilizará o traslado dos participantes saindo do aeroporto de Guarulhos e da Quadra dos Bancários (R. Tabatingüera, nº 192). Quem chegar por Congonhas deverá se deslocar até a Quadra dos Bancários ou até Guarulhos, sendo estalocomoção por conta própria. Fique atento aos horários de saída em cada ponto:
Guarulhos/Hotel:
16h30min – van
17h – ônibus
17h30min – van
18h – ônibus
18h30min – van
19h –ônibus
Qd. dos Bancários/Hotel:
16h30min – ônibus
17h30min – van
Importante
Em Guarulhos, os participantes deverão se dirigir ao Terminal 1 de desembarque, em frente ao Café Brunella. No local, haverá uma representante da empresa de ônibus Receptivo Brasil, que estará trajando terno preto e camisa branca e portando uma placa 2° Seminário Nacional CNB. Neste local, serão formados os grupos para a lotação dos ônibus, conforme os horários acima. Fique atento aos horários, pois após a saída do último ônibus o transporte até o hotel ficará por conta do participante retardatário.
Como chegar...
Locomoção em São Paulo:
Do aeroporto de Congonhas até o aeroporto de Guarulhos existe uma linha de ônibus, chamada Airport Bus Service, que faz o trajeto entre os aeroportos. O preço é de R$28,00 e o tempo estimado da viagem é de 2 a 3 horas, dependendo das condições do trânsito. A saída é a cada 30 minutos.
Do centro de São Paulo até Guarulhos, saindo da Praça da República, também é possível utilizar a linha Airport Bus Service.
Do aeroporto de Congonhas até a Quadra dos Bancários, de táxi, o preço estimado é de R$ 50,00 e o tempo de viagem fica em torno de uma hora. De ônibus: Linha5630-10 METRO BRAS, embarque no aeroporto Congonhas (Av. Washington Luiz) e desembarque na Praça Dr. João Mendes (próximo a Praça da Sé). Valor da tarifa R$ 2,30. Tempo: mais ou menos 1h40min.
Retorno
No domingo, dia 30, ao final do seminário, o transporte de volta a São Paulo será realizado conforme o check-out dos participantes e a lotação dos ônibus.
2° Seminário Nacional Construindo um Novo Brasil
Para refletir sobre o nosso papel no Partido dos Trabalhadores e pensar nas mudanças e ações necessárias ao avanço das transformações sociais que queremos, ocorre nos dias 28, 29 e 30 de março o 2° Seminário Nacional Construindo um Novo Brasil. Estão na pauta dos debates os aspectos do projeto de desenvolvimento nacional e os principais desafios para o período. O Seminário será realizado no Hotel Estância Atibainha, município de Nazaré Paulista, em São Paulo.
O critério de participação do Seminário da CNB, aprovado pela coordenação da CNB, deve ser cumprido rigorosamente, de acordo com as cotas de cada estado. É muito importante mesclar nas representações dos estados, parlamentares, dirigentes partidários, lideranças dos movimentos sociais, coordenadores dos GTEs e, ainda, candidatos às prefeituras nas cidades pólos.
A fim de oportunizar a ampla participação dos militantes CNB, a coordenação orienta que os representantes estaduais neste 2° Seminário sejam companheiros que participam do encontro pela primeira vez. Os participantes ficarão responsáveis pela reprodução dos debates por meio de reuniões ou seminários regionais, no sentido de ajudar a organizar a nossa atuação partidária.
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